Durante a cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, transmitida ao vivo para o mundo inteiro, o Brasil deu mais uma prova de que o nosso povo é capaz de realizar grandes feitos. O espetáculo estava uma lindeza só e tudo transcorria maravilhosamente bem: apresentações impecáveis dos nossos melhores artistas, espetáculos de luz e som, coreografias de encantar a vista...

Olá a todos! Continuando minha última postagem sobre o uso da tradução na sala de aula (off topic - nesse meio tempo, entre um post e outro, acabei de traduzir um manual de RPG de 441 páginas… Ufa!), vamos a algumas dicas de possíveis utilizações com os alunos. Tradução requer, como praticamente tudo na sala de aula, planejamento e cuidado. Vamos a algumas dicas: Grupos traduzem partes diferentes de um texto em comum e precisam combiná-las, fazendo alterações na linguagem usada para que o produto final tenha coerência, coesão...

Olá, a todos! Em 13 de janeiro de 2015, publiquei aqui no nosso blog o post To be bilingual or not to be bilingual: that’s the question (#not)!, sobre estar criando meu filho Eduardo, então com dois meses e meio de vida, de forma bilíngue. Tive dois excelentes comentários em meu texto, que me motivaram ainda mais a seguir minha senda. Não vou repetir tudo o que escrevi (estaria “roubando” a oportunidade de vocês lerem ou relerem o texto, caso ainda não o tenham feito), mas só relembrando...

Então, mais um ano se passou. Se você for como eu, vai olhar para as resoluções do ano anterior (aquelas que você escreveu ainda em 2014) e ver que não conseguiu cumprir boa parte delas. A tão sonhada forma física, o curso de desenho artístico e a viagem à Fernando de Noronha em 2015, por exemplo, serão transcritas diretamente para a agenda de 2016, ipsi literis. Infelizmente, ainda não foi desta vez. Mas como diz o poeta (neste caso, eu mesmo): a vida é como um fone de ouvido dentro da...

Recentemente, em minhas aulas na graduação e até com colegas na escola, discutíamos a estrutura escolar que muitas vezes precisamos enfrentar: turmas superlotadas, falta de infraestrutura mínima, salas de aulas precárias, falta de recursos (tecnológicos) etc. Na questão do ensino de língua inglesa, tivemos uma discussão bastante acalorada sobre dividir uma turma em níveis de conhecimento linguístico ou não. O assunto da discussão atual é delicado e tem dividido opiniões. Para tanto, vou expor minha opinião do porquê sou favorável à divisão de turmas por níveis. Até porque,...

Olá a todos! Depois de uma ausência de alguns meses, estou de volta! Mas minha ausência tem uma boa “desculpa”: em 31 de outubro, Eduardo, meu filhinho, nasceu! Com toda a alegria que trouxe, veio também desorganização e desajustes, até que finalmente conseguíssemos “entendê-lo” e acertar nossas rotinas com as necessidades dele! Coisas de marinheiros de primeira viagem! De qualquer forma, este pequeno intróito serve para anunciar a razão pela qual estou escrevendo este post: estamos criando nosso filho como uma criança bilíngue. Esta, na verdade, foi uma decisão...

Olá a todos! Com certeza não são apenas os meus alunos que adoram ficar no Youtube assistindo  a vídeos de bichinhos, piadas, cantores de chuveiro, pegadinhas e desafios do ice bucket. Parece que essa meninada está trocando a TV pela internet mesmo, passando altas horas em serviços de vídeo por streaming, procurando e assistindo a dezenas deles, todos os dias. Então, é possível  aproveitar esses serviços de alguma forma para o aprendizado de língua inglesa? Sem dúvida que sim! Vou aproveitar a solicitação de um aluno interessado, que me...

Olá a todos! Para os próximos textos, resolvi fazer um apanhado de dicas sobre o uso de histórias em quadrinhos na sala de aula. Sou um grande apreciador da arte sequencial —e colecionador, diga-se de passagem — e, ocasionalmente, utilizo quadrinhos como ferramenta didática. Inclusive, vale a pena mencionar que aprendi muito com quadrinhos, um dos meus grandes professores/mentores/Mestre Jedi comumente usava algumas edições de minha coleção como forma de incentivo à aprendizagem em nossas aulas. Embora ainda sejam vistos com olhos preconceituosos por muitas pessoas, os quadrinhos vêm...

Já ouvi muitas pessoas torcerem a cara para jogos de video game: são violentos, viciantes… Nada de bom parece vir desses brinquedos “malditos”. Entretanto, há mais benefícios do que se pode perceber e que eu, como um gamer de longa data (e estudioso dos efeitos do lúdico na aprendizagem), poderia elencar aqui. Mas como este é um blog para professores de inglês, acho que cabe alguns comentários acerca de como o jogos de video game podem ser uma ferramenta a mais para nossos alunos aperfeiçoarem seus conhecimentos linguísticos. Os...

Olá a todos! Primeiramente, gostaria de dizer que é uma honra participar desse projeto da Richmond voltado para professores. Para meu texto de estreia, pensei em escrever um pouco sobre o que resolvi chamar de iTeacher. Não por considerar o professor mais um “i” gadget qualquer, mas por relacioná-lo a uma postura frente às constantes revoluções tecnológicas que vivemos. Parece ser injusta a nossa luta contra as tecnologias disponíveis aos nossos alunos. Muitas de nossas salas de aula, ainda mal equipadas, não são atraentes aos nossos alunos que chegam...